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03/03/2015

PROFESSORES MANTEM GREVE E NÃO HÁ PREVISÃO DE VOLTA AS AULAS

Os professores da rede estadual de ensino não voltaram às aulas ontem, conforme o governo do Estado sugeriu na semana passada. E, ao que tudo indica, o início do ano letivo não será nos próximos dias. O impasse está no abismo entre o fato do governo anunciar que “irá atender todas as reivindicações” e a implementação daquilo que foi prometido. Em assembleia marcada para amanhã, os professores vão decidir se dão um voto de confiança ao governo e voltam às salas de aula, ou aguardam que as promessas saiam do papel antes de encerrar a greve, que já dura 25 dias. A assembleia está marcada para as 8h30 desta quarta­feira, no estádio da Vila Capanema, em Curitiba. A APP­Sindicato, que representa a categoria, espera a presença de 20 mil professores. A crise de confiança não é só justificada por tantas idas e vindas nas negociações com o governo de Beto Richa, mas também pela própria realidade das 2.050 escolas estaduais. Conforme a APP­Sindicato, as escolas precisam da liberação da Secretaria Estadual de Educação (Seed) para a abertura de mais turmas, a fim de restabelecer o número ideal de alunos por professor, o chamado porte das escolas. Isso está relacionado a outro ponto “atendido” pelo governo, mas ainda não efetivado: a recontratação dos 10 mil professores temporários, contratados por Processo Seletivo Simplificado (PSS), que foram dispensados no final de 2014. “Sendo bastante otimista, a partir da chegada da documentação necessária para a abertura de novas turmas se fazem necessários de dois a três dias para que cada escola organize suas planilhas, redistribua horários e turmas”, diz a diretora financeira do Núcleo Curitiba­Sul da APP­Sindicato, Luciana Machado, professora de química do Colégio Estadual Pedro Macedo. Procurada pela reportagem da Tribuna, ontem a Seed enviou nota dizendo que “todos os trâmites administrativos para atender as negociações com o sindicato que representa os professores estão em andamento”. 

Um comentário:

  1. Anônimo3/05/2015

    Esses professores estão de brincadeira, tudo bem lutar pelo seus direitos, mas prejudicar a população paranaense do jeito que estão fazendo, todos os canais de comunicação passam que já foram atendidas em parte varias das reivindicações, dai querem ser exemplo, só estão vendo o lado deles, porque não param também contra a energia que sobe, IPVA e outros impostos? Cambada de egoísta que querem se passar por heróis. Hipócritas

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