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ANGEL RIBEIRO

FEIRA DO PRODUTOR DE PAIÇANDU

FEIRA DO PRODUTOR DE PAIÇANDU
TRADIÇÃO DE 20 ANOS

TOP CAR

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LAVA JATO

quinta-feira, 21 de maio de 2015

ELA É CAMPEÃ PARANAENSE DE MUAY THAY E CAMPEÃ SULAMERICANA DE JIU JITSU E É DE PAIÇANDU

Hevellyn Moura Rocha orgulho paiçanduense
Hevellyn Moura Rocha, para muitos o nome pode parecer estranho ou nada popular. Mas ela é de Paiçandu tem 27 anos e dona de um dos mais importantes títulos de sua categoria.  Campeã Sulamericana de Jiu Jitsu. Hevelyn é filha de Valdinei de Oliveira Rocha ( O cantor) e de Salete Moura Rocha. Nasceu em Paiçandu, passou parte da infância em Água e Paiçandu. Sua paixão pelo esporte a levou a pratica do Muay Thay o do Jiu Jitsu. Sua dedicação nos treinos resultou em uma grande ascensão e os títulos em competições realizadas é uma conquista merecida de Hevellyn. Alem do titulo de Campeã Paranaense de Muay Thay, Evellyn ainda foi premiada nos seguintes campeonatos: Cinturão Norte Mato grossense de Muay Thay em 2014 categoria 63 Kilos, em Guarupuava 1º lugar de Muay Thay, em Maringá 1º lugar na Edição Golden Girls, em Maringá também  1º lugar no torneio União das Lutas, Copa dos Mestres em Maringá. Isso durante o ano de 2014. Em 2013 na Copa dos Gladiadores realizada em Maringá Evellyn foi uma das principais participantes de sua modalidade, no 2º Torneio IMB Fight ficando como vice campeã. Na categoria Jiu Jitso pela Confederação Brasileira Evellyn já conquistou os seguintes títulos: Copa da Amizade em 2014 vice campeã realizada em Umuarama, Em Presidente Prudente foi campeã 2013 do Open Presidente  Prudente. Circuito Open em Florianopoles em 2014 foi Campeã, Rio Open 2014 vice Campeã, São Open 2014 Campeã, Copa Nutricenter Sarandi 2014 Campeã, 2º Copa Nutricenter absoluto Vice Campeã, Campeonato Brasileiro de Barueri 2015 Terceiro Lugar, atual campeã 2014 sulamericana. Hevellyn Moura Rocha possui um dos currículos mais importantes do Estado do Paraná. Nas competições que participa ela leva o nome de Paiçandu. Mas para que alcance ainda mais espaço no cenário esportivo precisa de apoio e incentivadores. Com isso nossa cidade ganha, nosso estado ganha. Hevellyn Moura Rocha pode até mesmo disputar as próximas olimpíadas dentro de sua modalidade. Os pais são incentivadores contínuo dos sonhos de Hevellyn que almeja como todo atleta serio chegar ao degrau máximo que um desportista almeja. Hevellyn Moura Rocha é um orgulho para nos paiçanduenses.   
Medalhas e cinturão de campeã Paranaense


Hevellyn treina constantemente

Diariamente esta na academia

Hevellyn já é uma das principais atletas de sua categora

Revista estampou reportagem completa com Hevellyn

PREFEITO TARCÍSIO E OS PRAZOS PARA INQUÉRITO

Tarcísio
O desembargador José Carlos Dalacqua, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, atendeu pedido do delegado de polícia José Nunes Furtado, de Paiçandu, e autorizou mais prazo para que ele conclua o inquérito policial nº 1.299.301-0, que apura responsabilidade do prefeito Tarcísio Marques dos Reis (PT). Tarcísio já se livrou de outros inquéritos, mas este parece nada ter a ver com o exercício do mandato: a denúncia é de que haveria irregularidades em compras feitas pelo Colégio Estadual Vercindes Gerotto dos Reis quando era diretor daquele estabelecimento de ensino. Em novembro do ano passado o então delegado Gustavo de Pinho Alves (hoje, no Denarc) também solicitou dilação de prazo para concluir o inquérito. O desembargador autorizou que o inquérito seja concluído no máximo em 90 dias, retornando com o devido relatório. Fonte Blog Rigon

terça-feira, 19 de maio de 2015

GREVE GERAL NO ESTADO PRETENDE REUNIR 50 MIL SERVIDORES

Professores e outros servidores públicos estaduais de diversos setores estão reunidos nas praças Rui Barbosa e Santos Andrade, na área central de Curitiba, iniciaram no final da manhã desta terça ­feira, 19, uma caminhada em direção ao Palácio Iguaçu, sede do governo. Elestêm como objetivo pressionar o Executivo a aumentar a proposta de reajuste dos 5% para no mínimo 8,17%, equivalentes à inflação dos últimos 12 meses. Até as 10 horas, a organização contava 15 mil pessoas nas duas concentrações, e a Polícia ainda não tinha um número oficial. Já o governo disse que não irá negociarsem que os professores encerrem a greve. A expectativa dos organizadores é de que 50 milservidores de 21 categoriasse encontrem às 12 horas em frente ao Palácio. Além disso, também é aguardada uma reunião com a Casa Civil, que recuou e não enviou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o projeto de lei que determinava o reajuste de 5% para todos os servidores. O projeto seria encaminhado na segunda­feira, 18, mas o governo voltou atrás para reavaliar o impacto econômico na folha de pagamento do estado. Para a diretora financeira da APP Sindicato, Marlei Fernandes, o governo tem condições de dar um reajuste maior. "O governo tem insistido para voltar, mas ele tem que nos atender, temos estudos que mostram ser possíveis sim aplicar os 8.17%", concluiu.

13 DE MAIO DE 1888 ESSA DATA TE LEMBROU ALGUMA COISA ?

A escravidão no Brasil se consolidou como uma experiência de longa duração que marcou diversos aspectos da cultura e da sociedade brasileira. Mais que uma simples relação de trabalho, a existência da mão de obra escrava africana fixou um conjunto de valores da sociedade brasileira em relação ao trabalho, aos homens e às instituições. Nessa trajetória podemos ver a ocorrência do problema do preconceito racial e social no decorrer de nossa história. Durante o estabelecimento da empresa colonial portuguesa, a opção pelo trabalho escravo envolveu diversas questões que iam desde o interesse econômico ao papel desempenhado pela Igreja na colônia. Sob o aspecto econômico, o tráfico de escravos foi um grande negócio para a Coroa Portuguesa. Em relação à posição da Igreja, o povo português foi impelido a escravizar os indígenas, pois estes integrariam o projeto de expansão do catolicismo pelas Américas. No mundo do trabalho, a escravidão fez com que o trabalho se tornasse uma atividade inferior dentro da sociedade da época. O trabalho braçal era visto como algo destinado ao negro. Mesmo grande parte da mão de obra sendo empregada em atividades que exigiam grande esforço físico, outras tarefas também eram desempenhadas pelos escravos. Os escravos domésticos trabalhavam nas casas enquanto os escravos de ganho administravam pequenos comércios, praticavam artesanato ou prestavam pequenos serviços para seus senhores. Mesmo a escravidão tornando-se uma prática usual, não podemos nos esquecer das várias formas de resistência contra a escravidão que aconteceram. O conflito direto, as fugas e a formação de quilombos eram as mais significativas formas de resistência. Além disso, a preservação de manifestações religiosas, certos traços da culinária africana, a capoeira, o suicídio e o aborto eram outras vias de luta contra a escravidão.  Após a independência do Brasil, observamos que a escravidão se manteve intocada. O preconceito racial e os interesses dos grandes proprietários permitiam a preservação do sistema escravista. Somente no Segundo Reinado podemos contemplar a formação de um movimento em prol da abolição. Em meio à ascensão do abolicionismo, os interesses britânicos pela ampliação de seu mercado consumidor em solo brasileiro e a imigração de trabalhadores europeus davam brecha para o fim desse sistema. Durante o governo de Dom Pedro II, várias leis de caráter abolicionista foram sendo aplicadas. A gradação da política abolicionista traduzia o temor que certos setores da elite tinham em um processo de abolição brusco capaz de promover uma revolta social. A lei Eusébio de Queiroz, de 1850, foi a primeira a proibir o tráfico de escravos para o Brasil. Somente quase quarenta anos depois, em 13 de Maio de 1888, a Lei Áurea deu fim ao regime escravista brasileiro. Apesar do fim da escravidão, a abolição não foi acompanhada por nenhuma ação no sentido de integrar o negro à sociedade brasileira. A discriminação racial e a exclusão econômica persistiram ao longo do século XX. Apesar de várias ações governamentais que atualmente querem atenuar o peso dessa “dívida histórica”, ainda falta muito para que o negro supere os resquícios de uma cultura ainda aberta ao signo da exclusão.
Por Rainer Sousa
Graduado em História

segunda-feira, 18 de maio de 2015

DOMINGO TEVE PARADA GAY EM MARINGÁ. VOCÊ FOI ?

A 4ª edição da Parada LGBT de Maringá, no norte do Paraná, reúne centenas de pessoas na tarde deste domingo (17). A concentração do evento, que também é conhecido popularmente como Parada Gay, começou às 14h na Praça Raposo Tavares, no Centro. Com trios elétricos e carros de som, o grupo fez uma passeata pelas principais ruas da cidade para protestar contra o preconceito. Às 16h30, a Polícia Militar (PM) informou que tinha contabilizado 500 participantes. O evento encerra a 4ª Semana Maringaense de Combate à Homofobia, que começou no dia 11 de maio. A edição deste ano tem como tema a frase “Quem sou eu para julgar?”, dita pelo Papa Francisco após a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em 2013. Na ocasião, o Papa Francisco afirmou para jornalistas que os gays não devem ser marginalizados, e sim integrados à sociedade. O pontífice citou o Catecismo da Igreja Católica para reafirmar a posição de que a orientação homossexual não é pecado, mas os atos são. “Se uma pessoa é gay e busca a Deus, quem sou eu para julgá-la?”, afirmou o Papa. Na última edição, o tema utilizado pelo movimento foi "Por uma Maringá mais colorida e sem transfobia". Já em 2013, "Estado laico e os direitos humanos" foi o escolhido. E na primeira edição, em 2012, a Parada LGBT teve como tema "Eu quero minha cidade livre da homofobia".


MAIS UMA INVASÃO DE PREFERENCIAL NO JARDIM PIONEIRO

O acidente aconteceu ainda pouco, envolvendo uma saveiro e uma motocicleta. O piloto da motocicleta seguia  pela rua José Faleiros Maia, quando no cruzamento com a rua Humaita a saveiro cruzou sua preferencial, por pouco não ouve algo mais grave. A equipe do SIAT foi acionada para socorrer a vitima que apenas se queixava de dores nos ombros. Não é a primeira vez que acontecem acidentes nas mediações destas ruas, em sua totalidade pode-se dizer que tudo é imprudência. 

Cruzamento da José Faleiros Maia com a Humaita  

    

FAMÍLIA DE PAIÇANDU TEVE A CASA INCENDIADA NESTE SÁBADO

Casa ficou totalmente destruída 
Uma família de Paiçandu perdeu a casa toda durante um incêndio criminoso que aconteceu na noite de sábado (16) na Avenida Ivaí, próximo da Penitenciária de Maringá. Um homem possivelmente bêbado e transtornado chegou com seu automóvel Vectra, quebrou o portão da residência, colocou fogo no veículo e foi embora. A casa incendiada é de sua ex-mulher, a dona Marilsa Kaschimichki. No momento do sinistro não havia ninguém na casa. O fogo que começou no carro foi pra casa destruindo todo o imóvel. Roupas, calçados, móveis, eletrodomésticos e documentos foram todos queimados. Bombeiros de Maringá controlaram o fogo mas tudo foi perdido. A dona Marilsa e seu filho moram juntos e estão desesperados. O homem que causou esse incêndio saiu de casa há cerca de 8 meses para morar com a cunhada, e desde então sempre vem perturbando a vida dessa família. A dona Marilsa disse  que o ex-marido fica valentão quando bebe, já chegou a agredir um idoso em Ivatuba quando morava lá. A família agora recomeçará a vida novamente tendo que reconstruir sua casinha de novo, comprar roupas, cobertores até porque esse inverno poderá ser rigoroso, e claro, continuar criando seu filho. Quero fazer uma campanha para doar imediatamente roupas, calçados, alimentos e cobertores para essa família. Quem tiver o interesse em ajudar entre em contato com própria Marilsa para pegar mais detalhes sobre tamanho de roupas e calçados. Ligue (44) 8833-2554 ou 3244-1867. Sua ajuda vai poder alimentar esperança para essa família humilde. Fonte Blog Perna/André Almenara