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15/02/2025

AO MENOS 41 JUÍZES GANHARAM MAIS DE 500 MIL EM BÔNUS EM DEZEMBRO DE 2024

    




Ao menos 41 juízes, de cinco tribunais diferentes, receberam mais de R$ 500 mil em "direitos eventuais" —pagamentos além do salário e de indenizações— em dezembro de 2024, segundo dados do painel de remuneração de magistrados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

 

O que aconteceu

Pagamentos incluem gratificações natalinas, pagamentos retroativos e abonos, indenizações e antecipação de férias. Entretanto, a maior parte dos valores não é justificada e consta nos contracheques apenas como "outros eventos - direitos eventuais".

Dos 41 juízes, 27 (65%) são do Tribunal de Justiça de Rondônia. Eles atuam em diferentes varas e instâncias, como Péricles Moreira Chagas, desembargador da 1ª Câmara Cível, que ganhou R$ 735.711,73 em direitos eventuais. O salário líquido dele em dezembro foi de R$ 330.741,27 muito acima do teto constitucional vigente, de R$ 44.008,52

 

A Constituição diz que o salário de funcionário público não pode exceder o pago a ministros do STF, incluindo "vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza". Para alguns desses juízes, houve um desconto chamado de "abate-teto", um corte para que a remuneração se adequasse ao limite.

 

Mesmo assim, o salário de todos foi maior do que o que manda a Constituição. Em nota, o tribunal rondoniense disse que os pagamentos são referentes ao adicional por tempo de serviço. "A administração do TJRO cumpre rigorosamente a Resolução nº 13/2006 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que regulamenta o teto constitucional e estabelece critérios para o pagamento de verbas remuneratórias e indenizações

 

Número de magistrados com bônus altos pode aumentar. Até o momento, 18 tribunais ainda não inseriram os dados de dezembro de 2024, embora a regra do CNJ defina que o registro entre no sistema até cinco dias depois do pagamento.

 

O CNJ informou que já está fazendo uma auditoria para verificar a legalidade desses pagamentos. Em nota enviada ao UOL, o Conselho diz que muitos desses pagamentos são passivos em relação a decisões judiciais, e que há um procedimento em curso para conferir as informações repassadas pelos tribunais. O órgão também disse que, se for o caso, vai corrigir eventuais inconsistências. Fonte UOL

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